O manual da Vida

O manual da Vida

segunda-feira, 27 de junho de 2016

A verdade sobre maldição hereditaria parte 1

A VERDADE SOBRE MALDIÇÃO HEREDITÁRIA
Pastor Paulo Romeiro


O EVANGELHO DA MALDIÇÃO
Uma das distorções doutrinárias mais difundidas entre o povo de Deus ultimamente é o ensino das “maldições hereditárias”, conhecido também como “maldição de família ou “pecado de geração." Estes conceitos circulam bastante através da televisão, rádio, literatura e seminários nas igrejas. Muitos líderes, ministérios e igrejas, antes sólidos e confiáveis, acabaram sucumbindo a mais esse ensino controvertido e importado dos Estados Unidos.

Os pregadores da maldição afirmam que se alguém tem algum problema relacionado com alcoolismo, pornografia, de­pressão, adultério, nervosismo, divórcio, diabete, câncer e muitos outros, é porque algum antepassado viveu aquela situação ou praticou aquele pecado e transmitiu tal pecado ou maldição a um descendente. A pessoa deve então orar a Deus a fim de que lhe seja revelado qual é a geração no passado que o está afetando. Uma vez que se saiba qual, pede-se perdão por aquele antepassado ou pela geração revelada e o problema estará resolvido, isto é, estará desfeita a maldição.

Marilyn Hickey, autora norte-americana e que já esteve várias vezes no Brasil em conferências da Adhonep (Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno), promove constantemente este ensino. Note suas palavras: “Se você ou algum de seus ancestrais deu lugar ao diabo, sua família poderá estar sob a “Maldição Hereditária”, e esta se transmitirá a seus filhos. Não permita que sua descendência seja atingi­da pelo diabo através das maldições de geração. Os pecados dos pais podem passar de uma a outra geração, e assim consecutiva­mente. Há na sua família casos de câncer, pobreza, alcoolismo, alergia, doenças do coração, perturbações mentais e emocionais, abusos sexuais, obesidade, adultério’? Estas são algumas das características que fazem parte da maldição hereditária nas famílias. Contudo, elas podem ser quebradas!”.

Um dos textos bíblicos mais usados pelos pregadores da maldição hereditária para defender este ensino é Êxodo 20:4-6: “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”.

É preciso que se leve em consideração o assunto do texto aqui citado. De que trata, afinal, tal passagem? Alcoolismo, pornografia, depressão, ou problemas do gênero? É óbvio que não. O texto fala de idolatria e não oferece qualquer base para alguém afirmar que herdamos maldições espirituais de nos­sos antepassados em qualquer área das dificuldades humanas.

A narrativa do Antigo Testamento nos informa que sempre que a nação de Israel esteve num relacionamento de amor com Deus, ela não podia ser amaldiçoada. Vemos a prova disso em Números 23:7, 8, quando Balaque pediu a Balaão que amaldiçoasse a Israel. A resposta de Balaão aparece no versículo 23: “Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel”. Por outro lado, sempre que a nação quebrou a aliança de amor com Deus, ela ficou exposta a maldição, calamidades e cativeiro.

É verdade que os filhos que repetem os pecados de seus pais têm toda a possibilidade de colher o que seus pais colhe­ram. Os pais que vivem no alcoolismo têm grande possibilidade de ter filhos alcoólatras. Os que vivem blasfemando, ou na imoralidade e vícios, estão estabelecendo um padrão de comportamento que, com grande probabilidade, será segui­do por seus filhos, pois “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7). Isso poderá suceder até que uma geração se arrependa, volte-se para Deus e entre num relaciona­mento de amor com ele através de Jesus Cristo. Cessou aí toda a maldição. Não deve ser esquecido também que o autor da maldição ou punição é Deus e que ela é a manifestação da sua ira. Note que, no final do versículo 5 do capítulo 20 de Êxodo, a Palavra de Deus declara que a maldição viria apenas sobre aqueles que aborrecem a Deus, algo que não se passa com o cristão.

A Bíblia ensina uma responsabilidade individual pelo pecado, como pode ser observado no livro do profeta Ezequiel“Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Que tendes vós, vós que, acerca da terra de Israel, proferis este provérbio, dizendo: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos é que se embotaram? Tão certo como eu vivo, diz o SENHOR Deus, jamais direis este provérbio em Israel. Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18:1-4). Seria o mesmo que afirmar nos dias atuais: os pais comeram chocolate e os dentes dos filhos criaram cárie.

O capítulo 18 de Ezequiel dá a entender que havia se tornado um costume em Israel colocar a culpa dos fracassos pessoais nos antepassados ou em outros. Isso faz lembrar o que aconteceu no jardim do Éden, quando, por ocasião da Queda, o homem colocou a culpa na mulher e a mulher na serpente. Parece ser próprio do ser humano não admitir seus erros, buscando evasivas para não tratá-los de forma responsável à luz da Palavra de Deus. Infelizmente, alguns acham mais fácil culpar os antepassados do que enfrentar suas tentações.

O ensino da maldição de família mais escraviza do que liberta. Até crentes que há vários anos viviam alegres, evangelizando, servindo ao Senhor e dando frutos, agora estão preocupados, deprimidos, pensando que talvez as tentações, as dificuldades e lutas pelas quais estão passando sejam de fato reflexo de pecados ou do comportamento dos seus ancestrais. Não faz muito tempo, numa grande igreja pentecostal, um diácono, que havia participado de um desses seminários para quebra de maldições hereditárias, me procurou para aconselhamento. Tal irmão encontrava-se confuso e deprimido com as informações que recebera e queria saber o que a Bíblia tinha a dizer sobre tudo isso. Depois de uns dez minutos de conversa, ele respirou aliviado. Temos encontrado e ajudado a muitos outros em situações semelhantes pelos lugares por onde passamos, em diferentes partes do Brasil.

Ora, todo cristão é tentado, de uma forma ou de outra, uns mais, outros menos. Se um cristão enfrenta problemas em relação à pornografia, ao alcoolismo, ao adultério, à depressão ou a qualquer outro aspecto ligado às tentações, os métodos para vencer tais lutas devem ser bíblicos. O caminho para a vitória tem muito mais a ver com a doutrina da santificação, com o cultivo da vida espiritual através da oração, do jejum, da comunhão saudável numa determinada parte do Corpo de Cristo e do contato constante com a Palavra de Deus. O ensino da quebra de maldições hereditárias aparece como um atalho mágico e ilusório para substituir a doutrina da santificação, que é um processo indispensável a ser desenvolvido pelo Espírito Santo na vida do cristão, exigindo dele autodisciplina e perseverança na fé.

DOENÇA OU MALDIÇÃO?
Um outro aspecto incorreto desse ensino é confundir as doenças transmitidas por herança genética com maldições hereditárias espirituais. Isto pode ser observado nas declarações de Marilyn Híckey: “Será que você já observou uma família na qual todos os membros usam óculos? Desde o pai e a mãe até a criança menor, todos es­tão usando óculos, e geralmente os do tipo de lentes grossas. Es­sas pobres criaturas estão debaixo de uma maldição, e precisam ser libertas”.

Não se pode construir uma doutrina em cima de uma observação, experiência ou somente porque uma família toda usa óculos! Existem muitas famílias em que apenas um ou outro membro usa óculos. O que aconteceu? Por que só alguns herdam a maldição e outros não? E se as doenças são maldições transmitidas de pais para filhos através dos genes (geneticamente), por que os pregadores dessa doutrina não quebram, por exemplo, a maldição da calvície, transmitida geneticamente? Até hoje não há notícia de que alguém tenha feito isso.

O Senhor Jesus nunca ensinou tal doutrina. Quando perguntado sobre o cego de nascença: “Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?”, ele respondeu: “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo 9:2-3). Alguns usam este texto para afirmar que os discípulos acreditavam na maldição de família, procurando dar assim legitimidade a tal ensino. É preciso lembrar que os discípulos nem sempre estiveram certos no período de treinamento que passaram juntos a Jesus. Certa vez, em alto-mar, quando Cristo se aproximava, eles pensa­ram ser ele um fantasma (Mt 14:26). Felizmente, os discípulos estavam errados em suas conclusões, pois eram humanos, sujeitos a erros. É óbvio que não erraram quando falaram e escreveram inspirados pelo Espírito Santo. Quanto ao cego de nascença, Jesus destruiu qualquer superstição ou crença que os discípulos pudessem ter de que a cegueira fora provocada pelos pecados de seus antepassados, e o próprio Jesus nunca ensinou tal doutrina.


sexta-feira, 24 de junho de 2016

Saiba mais sobre os Frutos do espirito Santo e examie sua vida sobre os frutos que esta produzindo

 Um ano novo com Jesus na sua vida!
Meus irmãos e amigos sei que a maioria de vocês não curtem mensagens longas no facebock, pois a maioria das pessoas se interessam por imagens e mensagens curtas, mas Deus mandou dividir com vocês a mensagem que ele me deu há algum tempo e só hoje ele me mostrou o verdadeiro significado, obrigado Deus por este presente, vou dividir com meus irmãos!
Você já parou para pensar quais os frutos que está produzindo para Deus, pois Jesus nos disse que queria que nós déssemos muitos frutos. Somos uma semente plantada por Jesus e necessitamos crescer e se tornar arvores frondosas que deem frutos e estes frutos devem ser para alimentar as pessoas que necessitam se alimentar, estes frutos tem que gerar outras arvores que vão produzir do mesmo fruto, o que quero dizer é que tem muitos cristãos que não podem ser usados na obra de Deus e não conseguem alcançar as bênçãos em função de que os frutos que produz na sua vida não alimenta ninguém, seu testemunho não é bom e só vai a igreja para se alimentar é uma arvore que não cresce e não dá fruto e fica se perguntando por que Deus não a abençoa Jesus nos explica no capitulo 15 de João. Enquanto não enxergarem em você estes frutos infelizmente vai continuar no deserto(as lutas na sua vida) e só quando verdadeiramente entregar sua vida a Jesus ,segurar na sua mão ele vai lhe guiar para fora deste deserto e lhe ungir para que vá e De frutos segundo sua espécie, um verdadeiro filho de Deus e herdeiro de todas as suas promessas. Examine com cuidado quais os frutos que você está produzindo:
Temos que aprender o significado das palavras, pois se não soubermos faremos a confissão errada e o inimigo continuará nos roubando, e ele é mentiroso, enganador, acusador, ladrão e outros adjetivos que se referem a ele na Bíblia, Satanás, serpente, dragão, diabo, etc.
A maior arma que ele usa contra o povo de Deus é a ignorância (desconhecimento), por isso Jesus nos instrui a conhecer e prosseguir em conhecer e se quisermos ser discípulos temos que não só conhecer, mas tornar a palavra viva na nossa vida, não podemos ser somente ouvintes.
·         Segue
Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu Com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
Hebreus 1:9
E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o SENHOR teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não.
Deuteronômio 8:2
Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;
Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.
1 Pedro 5:8-9
Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos;
1 Pedro 2:15

As obras da carne e os frutos do espirito
Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.
Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.
Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.
Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
Contra estas coisas não há lei.
E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.
Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.
Gálatas 5:16-26
Frutos da Carne (pecados)
impureza
im.pu.re.za
sf (lat impuritia) 1 Qualidade de impuro. 2 Coisa impura. 3Impudor. 4 Desvio da doutrina pura; heresia. 5 Imundícia. sf plTudo o que perturba a pureza de qualquer substância.
prostituição
pros.ti.tu.i.ção
sf (lat prostitutione) 1 Ato ou efeito de prostituir ou de prostituir-se. 2 Vida de devassidão, de impudicícia; vida das prostitutas. 3 O conjunto das prostitutas. 4 Profanação. 5 DirModo habitual de vida da mulher que se entrega à prática, retribuída, do trato sexual.
lascívia
las.cí.via
sf (lat lascivia) 1 Caráter ou qualidade de lascivo. 2 Luxúria. 3Propensão para a lubricidade. 4 Med Satiríase.
idolatria
i.do.la.tri.a
sf (lat idolatria) 1 Adoração de ídolos. 2 Ato de prestar culto divino a criaturas. 3 Amor cego, paixão exagerada.
paixão
pai.xão1
sf (lat passione) 1 Sentimento forte, como o amor, o ódio etc.2 Movimento impetuoso da alma para o bem ou para o mal. 3Mais comumente paixão designa amor, atração de um sexo pelo outro. 4 Gosto muito vivo, acentuada predileção por alguma coisa. 5 A coisa, o objeto dessa predileção. 6Parcialidade, prevenção pró ou contra alguma coisa. 7Desgosto, mágoa, sofrimento prolongado. 8 Os tormentos padecidos por Cristo ou pelos mártires.
feitiçaria
fei.ti.ça.ri.a
sf (feitiço+aria) 1 Arte mágica. 2 Obra de feiticeiros; bruxaria.3 Enlevo, sedução.
inimizade
i.ni.mi.za.de
sf (in+amizade, com apofonia) 1 Falta de amizade. 2 Aversão, desarmonia, desinteligência, malquerença.
porfia
por.fi.a
sf (lat perfidia) 1 Contenda de palavras; discussão. 2 Afinco, constância, perseverança, pertinácia. 3 Obstinação, teima. 4Manha de bois de carro, quando um começa a empurrar o outro. 5 Cantoria em desafio. À porfia: em competição.
Emulação
e.mu.la.ção
sf (lat aemulatione) 1 Sentimento que incita a imitar ou a exceder outrem. 2 Estímulo. 3 Rivalidade (geralmente no bom sentido, isto é, rivalidade sadia, imbuída de espírito esportivo).4 Dir Rivalidade que leva alguém a recorrer à justiça, sem fundamento, visando maldosamente a prejudicar a outrem.
ira
i.ra
sf (lat ira) 1 Cólera, raiva contra alguém. 2 Indignação. 3Desejo de vingança.
peleja
pe.le.ja
(ê) sf (de pelejar) 1 Ato de pelejar; combate. 2 Briga, contenda, ralhos. 3 pop Desafio entre cantadores sertanejos.4 Pássaro canoro. 5 pop Luta pela vida, ou por algo; esforço.P. ferida: aquela em que houve efusão de sangue.
dissensão
dis.sen.são
sf (lat dissensione) 1 Ato de dissentir. 2 Divergência. 3Discrepância. 4 Desavença, discórdia. Var: dissenso. Antôn(acepção 1): assentimento.
heresia
he.re.si.a
sf (gr haíresis+ia1) 1 Doutrina que se opõe aos dogmas da Igreja. 2 fam Absurdo, contra-senso, disparate. 3 Ato ou palavra ofensiva à religião. Var: heregia.
inveja
in.ve.ja
sf (lat invidia) 1 Desgosto, ódio ou pesar por prosperidade ou alegria de outrem. 2 Desejo de possuir ou gozar algum bem que outrem possui ou desfruta. 3 O objeto que provoca esse desejo. Var: invídia.
homicídio
ho.mi.cí.dio
sm (lat homicidiu) Ação de matar uma pessoa, voluntária ou involuntariamente; assassínio. H. culposo: aquele em que o agente não tem a intenção de o praticar, resultando apenas de uma negligência de sua parte; também chamado homicídio involuntário. H. doloso: aquele em que há da parte do delinqüente o propósito deliberado de praticar a infração, cujos efeitos prevê claramente; também chamado homicídio voluntário. H. involuntário: o mesmo que homicídio culposo. H. voluntário: o mesmo que homicídio doloso.
bebedice
be.be.di.ce
sf (bêbedo+ice) 1 Bebedeira, embriaguez. 2 Vício de beber.
glutonaria
glu.to.na.ri.a
sf (lat gluttone) Qualidade ou vício de glutão. Var: glutoneria, glutonia.
glutão
glu.tão
adj+sm (lat gluttone) Que, ou o que come muito e com voracidade. sm Zool Mamífero carnívoro (Gulo gulo), da família dos Mustelídeos, das regiões boreais da Europa e Ásia, relacionado às martas e zibelinas, tendo, porém, constituição pesada e tamanho maior, assemelhando-se a um pequeno urso.
Frutos do espirito ( Jesus morando na tua vida)
caridade
ca.ri.da.de
sf (lat caritate) 1 Amor de Deus e do próximo. 2 Benevolência, bondade, bom coração, compaixão. 3 Beneficência, esmola
gozo1
go.zo1
(gô) sm (lat gaudiu) 1 Ação de gozar. 2 Prazer, júbilo, emoção agradável. 3 Satisfação intelectual, moral ou material. 4 Posse ou uso de alguma coisa de que advém satisfação ou vantagem. 5 pop Graça, motivo de alegria, folguedo, hilaridade.
paz
paz
sf (lat pace) 1 Estado de um país que não está em guerra; tranqüilidade pública. 2 Tratado que mantém ou restabelece esse estado: Assinar a paz. 3 Repouso, silêncio. 4Tranqüilidade da alma. 5 União, concórdia nas famílias. 6Sossego. P. armada: respeito recíproco das nações, mantido pelos exércitos e esquadras que elas conservam. P.-de-alma:pessoa bonacheirona, inofensiva, pacífica. P.-otaviana: grande quietação e sossego, como gozou o mundo romano no tempo de Otávio. Fazer as pazes: reconciliar-se.
longanimidade
lon.ga.ni.mi.da.de
sf (lat longanimitate) Qualidade de longânime.
longânime
lon.gâ.ni.me
adj (lat longanime) 1 Que tem grandeza de ânimo, benigno, complacente, indulgente. 2 Corajoso. 3 Generoso. 4 Paciente, resignado. Var: longânimo.
benignidade
be.nig.ni.da.de
sf (lat benignitate) Qualidade de benigno.
benigno
be.nig.no
adj (lat benignu) 1 Que se compraz em fazer bem; benévolo. 2Afetuoso, bondoso, complacente (falando de pessoa). 3Agradável, favorável, propício, suave (falando das coisas). 4Med Não perigoso. Antôn: maligno.
bondade
bon.da.de
sf (lat bonitate) 1 Qualidade de bom. 2 Disposição natural para o bem. 3 Benevolência, brandura, indulgência. 4 Boa índole. 5Cortesia, favor, mercê. 6 Justiça.


sf (lat fide) 1 Crença, crédito; convicção da existência de algum fato ou da veracidade de alguma asserção. 2 Crença nas doutrinas da religião cristã. 3 A primeira das três virtudes teologais. 4 Fidelidade a compromissos e promessas; confiança: Homem de fé. 5 Confirmação, prova. 6 Testemunho de certos funcionários que faz força nos tribunais; confirmação de um testemunho. F. conjugal: fidelidade que reciprocamente se devem os cônjuges. F. de carvoeiro: crença inabalável, que não tende a razões ou argumentos. F. de Cristo: a crença ou a religião cristã. F. de ofício: a) folha de serviços de um funcionário ou de um militar; b) fé baseada na honra do cargo ou profissão de quem atesta ou abona. F. de réu: certidão pela qual o oficial público declara haver citado alguém para qualquer fim. F. divina: crença que se apóia na revelação. F. humana: a que se assenta na autoridade dos homens. F. implícita: a que, sem prévio exame, se deposita em alguma coisa. F. pública: confiança que as instituições ou os magistrados públicos nos inspiram. F. púnica: promessa desleal, traição. "Mais vale a fé que o pau da barca" (provérbio): aplica-se quando algo aconteceu como por milagre. Boa fé: a) convicção de agir de acordo com a lei;
mansidão
man.si.dão
sf (lat mansuetudo) 1 Qualidade de manso. 2 Serenidade. 3Índole pacífica. 4 Brandura ou lentidão nas palavras ou na voz.Antôn: braveza.
temperança
tem.pe.ran.ça
sf (lat temperantia) 1 Poder ou virtude pela qual o homem pode refrear os apetites
desordenados. 2 Sobriedade no comer e no beber. 3 Economia, parcimônia. 4 Modéstia.
Fiquem na paz e no amor de Jesus
Paulo Freire



quinta-feira, 23 de junho de 2016

Quer aprender a ser manso,siga bom exemplo de Moises e Jesus

O EXEMPLO DO MOISÉS
A Bíblia diz que Moisés destacou-se em mansidão, que é suavidade: “Ora, Moisés era homem mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra” (Números 12:3).
Deus deu-lhe uma elevada posição. É duro para o homem natural ser suave com aqueles o atacam, especialmente se atacam seu posto oficial e honra. Mas Moisés não tentou se defender.
Um exemplo da mansidão de Moisés encontra-se no relato de Números 13:1-8, quando seus irmãos Arão e o Miriã o criticara. Como servo escolhido de Deus ele poderia repreendê-los, mas com humildade preferiu guardou silêncio. Tal silêncio não foi uma manifestação de fraqueza, mas de força de caráter. Certamente, Moisés não era covarde. Simplesmente deixa prevalecer a sua mansidão como resultado de uma opinião humilde de si mesmo!
A mansidão inclui a idéia de que nós não nos preocupamos com o que acontece à nossa honra, tanto quanto o que acontece à honra de Deus e o que acontece com outros.
Em outras ocasiões, quando as circunstâncias o exigiram, vemo-lo agindo com rigor. Exemplo disso é no incidente do bezerro de ouro. Diante da idolatria do povo, construindo para si um bezerro de ouro e adorando-o, quebrando, assim a aliança com Yahweh, ele reage com uma ira santa: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças, acendeu-se-lhe a ira, e ele arremessou das mãos as tábuas, e as despedaçou ao pé do monte. Então tomou o bezerro que tinham feito, e queimou-o no fogo; e, moendo-o até que se tornou em pó, o espargiu sobre a água, e deu-o a beber aos filhos de Israel”  (Ex 32:19-20). (Ver Ex 32:25-28).
Em Êxodo 32:30-32 o modo como pleiteia com Deus a favor do povo revela que a mansidão de Moisés nada tem a ver com fraqueza. “No dia seguinte disse Moisés ao povo: Vós tendes cometido grande pecado; agora porém subirei a Yahweh; porventura farei expiação por vosso pecado. Assim tornou Moisés a Yahweh, e disse: Oh! este povo cometeu um grande pecado, fazendo para si um deus de ouro. Agora, pois, perdoa o seu pecado; ou se não, risca-me do teu livro, que tens escrito.”

O EXEMPLO DO JESUS
É dos próprios lábios de Jesus que temos uma viva descrição da marca da mansidão que orna o caráter do Mestre: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.  Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo e leve”  (Mt 11:28-30).
Isaías já antevira essa marca no Messias, ao escrever: “Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca” (Is 53:7).
E quando chegou o momento dessa profecia de Isaías se cumprir, vemos sua mansidão em meio à Sua maior prova: “Mas ao ser acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Perguntou-lhe então Pilatos: Não ouves quantas coisas testificam contra ti? E Jesus não lhe respondeu a uma pergunta sequer; de modo que o governador muito se admirava” (Mt 27:12-14).
Jesus mostrou verdadeira mansidão tanto no meio do conflito quanto da popularidade. Suas curas e milagres freqüentemente trouxeram as multidões a uma explosão de entusiasmo. Mas Ele se recusou a deixá-los fazer dEle o tipo de rei que eles queriam. Ele os lembrou da passagem em Isaías 42:1–4, "Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele. ele trará justiça às nações. Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na rua. A cana trilhada, não a quebrará, nem apagará o pavio que fumega; em verdade trará a justiça; não faltará nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei.”
Jesus sabia quem Ele era, mas Ele era manso e humilde. A consciência do Seu poder O capacitou a ser manso para com aqueles em necessidade. Ele não esmagaria a cana quebrada, mas a restauraria plenamente. O pavio fumegante de uma lâmpada Ele não terminaria de apagar, mas faria com que ardesse brilhantemente outra vez. Sua mansidão funciona. Ela gera a retidão, e trará a justiça à terra, porque Ele mansamente toma o pecador e o torna completo.
A mansidão de Jesus não era devida à falta de fortaleza. Sua poderosa força já havia sido demonstrada:
*      Ao denunciar aos fariseus  (Mt 23:13 e seguintes)
*      Na purificação do templo (Jo 2:14-17)
Sua mansidão na prova era evidência de fortaleza, não de debilidade!
A palavra de Barclay é aqui oportuna:  "Tratemos a todos os homens com cortesia perfeita; que possamos repreender sem rancor; que possamos discutir sem intolerância; que possamos enfrentar a verdade sem ressentimento, que possamos estar zangados e sem pecar e que possamos ser gentis e entretanto não ser débeis."  

Novamente, esta qualidade vem de se ter uma opinião humilde de si mesmo, junto com a fortaleza interior para controlar as emoções, a língua e o comportamento.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Os Frutos do Espirito Santo

A UNÇÃO DO FRUTO DA MANSIDÃO - (prautē). πραοτησ
(Dia 27.12.2008)
TEXTO: “Mas o fruto do Espírito é ... Mansidão” (Gl. 5:22) prautē
INTRODUÇÃO
O número oito na lista do fruto do Espírito Santo (Gálatas 5:22.23) é  prautēpalavra grega traduzida por mansidão, ou brandura, ou ainda suavidade. O que é a qualidade de brandura ou suavidade? Certamente no sentido bíblico não é fraqueza, nem é rebaixar-se nem menosprezar-se.
R. N. Chaplin comenta: “Trata-se de uma genuína falta de maldade e aspereza, de mistura com as qualidades da paciência e da gentileza. Trata-se de uma submissão do espírito humano para com Deus; e, em seguida, para com o homem. A mansidão é resultado da verdadeira humildade, por causa do reconhecimento do valor alheio, com a recusa de nos considerarmos superiores. Deus é a fonte dessa graça, e Cristo Jesus é o seu exemplo supremo, o que demonstrou em todo o seu modo de tratar os homens.”
Mansidão é suavidade, indulgência para com o fraco e errado, sofrimento paciente ao receber injúrias sem sentir um espírito de vingança e até equilíbrio em todas as paixões e temperamento, o completo oposto de raiva. (Clarke)
TRADUÇÕES DA PALAVRA
A palavra grega prautēs é também traduzida às vezes por "humildade." Na realidade é uma palavra difícil de definir, porque não há de fato uma palavra em nossa língua que corresponda ao vocábulo grego.  ODicionário Colegial de Webster dá um significado mais antigo de brandura como "suportando a ferida com paciência e sem ressentimento". Talvez não seja um significado muito longe da palavra bíblica, mas o grego é muito mais positivo.
Aqui estão algumas diferentes definições da qualidade da mansidão, de diferentes fontes:
*    Suavidade combinada com ternura;
*    Graciosidade, bondosa disposição, força controlada;
*    uma disposição que é moderada, tranqüilo, equilibrado em espírito, despretensioso e que tem as paixões sob controle;
*    um caráter que é eqüitativo, razoável, suportativo, moderado;
*    Poder e força sob controle;
*    Disposto a perdoar feridas, corrigir faltas. Alguém que governa bem seu espírito.

PRAUTĒS COMO É DEFINIDA PELOS SÁBIOS GREGOS
1.  Para descrever pessoas ou coisas que têm nelas uma certa qualidade tranqüilizadora. Por exemplo, ter uma conduta humilde e amável que acalma a irritação de outros.
2.  Para descrever a gentileza de conduta, especialmente por parte das pessoas que têm o poder de atuar de outra maneira. Por exemplo, um rei perdoando a um servo que falhou em uma tarefa.
            O rei tem a autoridade e o poder para castigar
            Mas escolhe em lugar disso mostrar bondade e perdão
Tal rei seria gabado por seu comportamento gentil e humilde.
3.  Para descrever a habilidade de receber comentários cruéis com bom coração. Por exemplo, quando é enredado em controvérsia. Ser capaz de discutir coisas sem perder o temperamento devido a observações pessoais cruéis e injustas.
4.  Com mais freqüência, para descrever o caráter no qual a fortaleza e a mansidão estão perfeitamente combinadas. Por exemplo, um cavalo obediente às rédeas, um cão guardião amigável para a família que o possui. Apesar de estar presente grande força, é temperada por um espírito gentil;
5.  Aristóteles disse sobre "prautēs." "A capacidade para suportar recriminações e ofender com moderação, sem embarcar em vinganças rapidamente, e não ser provocado facilmente à irritação, mas ser estar livre de amargura e de contenção, tendo tranqüilidade e estabilidade no espírito." (Sobre Virtudes e Vícios)
Isto não implica que nunca há um lugar para a irritação no homem gentil. Certamente a pessoa que mostra "prautēs" se zanga "pelo motivo correto, e contra as pessoas corretas, e da maneira correta, e no momento correto, e pelo tempo correto." (Aristóteles, Ética a Nicómaco)
PRAUTĒS É EXEMPLIFICADO POR MOISÉS E JESUS
Os dois personagens bíblicos mais famosos pelo fruto da mansidão, são o Senhor Jesus Cristo e Moisés (Números 12:3; 1 Pedro 2:21-23). Ambos eram grandes libertadores. Moisés para a nação de Israel, e Jesus para o mundo inteiro. Isto demonstra que essa mansidão não é fraqueza, mas a força de ser auto-controlado.

A atitude do mundo em relação à força é agressivamente defender se, mas a força real é encontrada num espírito manso e humilde, uma atitude de poder receber uma ofensa sem retaliar ou exigir seus direitos."Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas” (Mateus 11:29).

terça-feira, 21 de junho de 2016

QUEM SÃO ESTES DEMÔNIOS!

 

QUEM SÃO ESTES DEMÔNIOS

Os demônios, ou anjos do inferno, que com certeza existem quer você acredite ou não, só agem em nossas vidas através de legalidades que nós mesmos damos através da falta de duas coisas que através da ignorância ou intencionalmente cometemos; A DESOBEDIÊNCIA E A INFIDELIDADE para com Deus. Assim vidas e famílias inteiras são dizimadas por demônios.

 

Veja uma pesquisa que fiz a respeito desses insetos:

“Algumas espécies de gafanhotos são solitárias e não gostam de ajuntamentos. Mas há também as espécies gregárias, que vivem em grandes bandos, as nuvens. Apresentam-se em amarelo, verde, vermelho, cinza ou marrom. A formação das nuvens é vista como um acontecimento imprevisível. Mas há quem ligue esse fato às variações do clima. Uma nuvem pode apresentar cerca de 15 mil gafanhotos por metro quadrado e conter 10 bilhões de insetos. Isso é suficiente para fechar o tempo e encobrir o Sol numa área de 1.800 km2. As nuvens duram entre quatro e cinco semanas e percorrem distâncias enormes. Uma nuvem chegou a voar dois mil quilômetros sobre o oceano, onde caiu e morreu. Para combater um exército desses, seriam necessários cerca de quatro milhões de litros de inseticida, ou seja, quatro piscinas olímpicas cheias. O estrago que os glutões voadores provocam não é pequeno. Um gafanhoto come, por dia, o equivalente ao seu peso; e uma nuvem com 10 bilhões de gulosos como esses consome 20 mil toneladas de grãos e vegetais por dia. Onde eles passam não sobra nada. O apetite é tão grande que os gafanhotos perdem o senso da própria sobrevivência. Eles não param de comer mesmo quando um predador aparece.”

 

Deus usa a figura de um inseto terrível para nos mostrar o que a desobediência e a infidelidade causam em nossas vidas. Alguns entendidos, e estudiosos acreditam que estas quatro espécies, são quatro estágios da vida desse tipo de gafanhoto.

 

1- A LAGARTA ou CORTADOR

Este seria o primeiro estágio larval da vida de insetos conhecidos também por serem da ordem dos lepidópteros. Elas têm aspectos de vermes e se alimentam vorazmente, atingindo até o tamanho de cerca de 10 cm. Na sua maioria, elas se alimentam de folhas.

 

À medida que cresce a lagarta muda de pele por varias vezes, depois de fixando em algum lugar, para então atingir um outro estágio de sua vida.

 

REVELAÇÃO:

Esta é a primeira causa da desobediência e da infidelidade. Não um, mas uma legião de demônios que atingem as folhas, ou seja, a beleza da vida de alguém, da família de alguém, comendo vorazmente aquilo que seria agradável aos nossos olhos, deixando muitas pessoas sem brilho, aonde vão ficando ou se tornando pessoas mirradas e cabisbaixas.

 

Pastores que perdem o prazer de pregar a palavra, levitas que já não se alegram em louvar a Deus com a Igreja, obreiros que já não vão mais a igreja nos dias de cultos, pais que não amam mais seus filhos e vice-versa. Igrejas inteiras que perdem a beleza da comunhão com o Espírito Santo, e acaba por se tornarem uma geladeira.

 

2- O GAFANHOTO OU MIGRADOR

Este o segundo estágio, que após se alimentado das folhas, mutam para outro estágio de sua vida, tornado-se agora um terrível gafanhoto.

 

Os gafanhotos são caracterizados por terem fêmur das pernas posteriores grandes e fortes, lhes permitindo se deslocarem em grandes saltos. Voam em nuvens com cerca de dez bilhões de insetos (10.000.000.000) devastando plantações inteiras. Os gafanhotos são polígafos, ou seja, se alimentam de vários tipos de plantas.

 

Como as lagartas comeram as folhas, agora vem na mesma planta, ou seja, a vida do desobediente e infiel, outro demônio, e sendo já as folhas retiradas pelas lagartas, agora estes insetos chegam para comerem a ponta dos galhos.

 

REVELAÇÃO:

Isso nos mostra que estes demônios comem o crescimento de uma vida, tirando toda possibilidade de crescimento, minando sonhos e tirando a esperança que outrora havia (leia a mensagem DOENÇAS EVANGÉLICAS).

 

Por isso vejo que ainda em nossos dias, muitos morrerem física e espiritualmente, por que pastores deveriam pregar uma palavra que sustentem suas ovelhas, mas ao invés disso ficam se envolvendo com politicagem, usando os altares para atirarem pedras em outros ministérios, buscando se enriquecerem.

 

3- A LOCUSTA OU DEVORADOR

Chegamos ao terceiro estágio. Agora já se foram às folhas comidas pelas lagartas, e também não há mais a ponta dos galhos, onde estavam os brotos, assim se foi a beleza e o crescimento de uma vida. Agora vem a locusta, que devora os galhos inteiros, e com uma fome voraz.

 

Nesse estágio adulto da lagarta e com seus dentes (se assim podemos dizer) fortes e crescidos, eles comem todos os galhos da vida da pessoa desobediente e infiel ao Senhor.

 

REVELAÇÃO:

Aqui vejo eu o ataque dos demônios levando esta vida à falência. Os demônios querem fazer com todos, como fez com Jó, levando nossas vidas a uma falência em todas as áreas que sustentam nosso psicológico, sentimental, profissional, familiar, financeiro.

 

Muitas famílias rompem casamentos d e anos, levando todos, filhos e pais a se jogarem nas drogas, na prostituição, no adultério, na lama do pecado, pois já não há mais beleza, já não há mais possibilidade de crescimento nem sonhos, por isso a bola da vez é a falência de toda uma vida.

 

Dizem que a maior igreja da terra é a igreja dos desviados, ou seja, aqueles que se afastaram da presença de Deus. Creio que isso possa ser verdade, pois em meu trabalho tenho visto muitos que outrora foram servos do Rei Altíssimo, agora jogado na lama de um presídio, drogas, bebidas.

 

4- O PULGÃO OU DESTRUIDOR

Chegamos ao último estágio da vida desse inseto nocivo. Aqui no contexto de Joel chamado de pulgão. O que seria também o último estágio da vida do desobediente e infiel, que agora quase não se é mais nada.

 

Quando o pulgão chega à vida de uma pessoa, veja o que ela encontra.

 

REVELAÇÃO:

Vejo nesse estágio demoníaco do ataque do inimigo, o que na gíria popular diríamos: “O tiro da misericórdia”.

 

Agora já não há beleza, crescimento, tudo está falido, então chega a hora da morte. Sim uma morte física e espiritual, pois se o inimigo chegar a ter vitória nesse estágio tudo pode estar perdido para sempre.

 

Agora o que sobrou foram as cascas (vr 7), o pulgão começa a comê-la. Sim as cascas são a comida da vez. Era a possibilidade daquela vida se levantar, se reerguer, mas o pulgão quer matar a árvore.

 

Creio que todos já conhecemos alguém que depois de ter sido atacado pela lagarta, pelo gafanhoto, pela locusta, foi atacado pelo pulgão. É como se um cupim fosse colocado dentro de uma madeira, assim tirando toda e qualquer possibilidade de restauração de uma família, vida, igreja, ministério. Então vem a morte.

 

CONCLUSÃO

Eu não poderia encerrar esta mensagem sem lhe escrever o que vou escrever, por isso veja o poder da palavra revelada de Deus para as nossas vidas.

 

Eu quero ser um profeta para sua vida neste momento, meu caro amigo leitor. Joel significa “JEOVÁ É DEUS”, e sendo Ele Deus, como sei que é, Ele não deixará você sozinho neste momento. Talvez você esteja agora sendo atacado por estes insetos e sua vida é só choro e tristeza, mas este humilde profeta vai lhe dar ainda a última palavra, a palavra de Deus.

 

Talvez você não saiba, mas o gafanhoto não se reproduz no calor, e por isso me levanto para dizer para você que o fogo do Espírito Santo vai envolver sua vida.

 

Quando o profeta Joel está profetizando, ele chega ao que para nós é o capítulo dois, e no versículo dezoito o próprio Jeová começa a fazer promessas de fartura, para a vida daqueles que se voltarem para Ele, e se converterem e se tornarem fieis a sua palavra. Com esta promessa eu quero encerrar esta mensagem, com a promessa de Deus para a vida daqueles que após se alimentarem dessa mensagem, decidir se tornarem obedientes e fieis.

 

Joel – 2: 25-27
25. E restituir-vos-ei os anos que comeu o gafanhoto, a locusta, e o pulgão e a lagarta, o meu grande exército que enviei contra vós.
26. E comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do SENHOR vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente; e o meu povo nunca mais será envergonhado.
27. E vós sabereis que eu estou no meio de Israel, e que eu sou o SENHOR vosso Deus, e que não há outro; e o meu povo nunca mais será envergonhado.

 

Esta é a promessa de Deus para nossas vidas receba, tome posse e viva esta palavra em sua vida. Ainda que tudo pareça perdido, em sua vida, família, ministério, igreja, empresa, seja o que for o Senhor Jeová não mudou, Ele ainda pode reverter esta situação, pois ele te ama. Seja obediente e fiel ao Senhor.


 Em Cristo com amor 

Paulo Freire

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Migrador, cortador, devorador e destruidor - Quem são esses demônios?

Migrador, cortador, devorador e destruidor -
Quem são esses demônios?

TEXTO.
Joel – 1: 1-4
01. PALAVRA do SENHOR, que foi dirigida a Joel, filho de Petuel.
02. Ouvi isto, vós anciãos, e escutai, todos os moradores da terra: Porventura isto aconteceu em vossos dias, ou nos dias de vossos pais?
03. Fazei sobre isto uma narração a vossos filhos, e vossos filhos a seus filhos, e os filhos destes à outra geração.
04. O que ficou da lagarta, o gafanhoto o comeu, e o que ficou do gafanhoto, a locusta o comeu, e o que ficou da locusta, o pulgão o comeu.

INTRODUÇÃO
Esta mensagem irá abalar seu coração, pois seu transmissor foi um profeta de nome Joel. Fortes palavras irão inundar sua vida, pois a boa e agradável palavra de Deus tem que causar um efeito em nossas vidas. Não podemos ouvir, ou ler uma mensagem vinda da parte de Deus e ficarmos da mesma maneira que estávamos. Precisamos nos deixar sermos impactados com o poder desta palavra milagrosa.

A mensagem que irei compartilhar com os amados amigos e irmãos é algo que falou forte em minha vida e com toda certeza da origem dessa palavra, também foi levada às ovelhas da igreja que pela misericórdia de Deus, eu pastoreio.

 

É uma mensagem que começará com uma palavra que trará um impacto forte, mas como nosso Deus é um verdadeiro Pai amoroso, Ele nos ensinará a saída para ficarmos livres de males que poderão dizimar nossas vidas, famílias, igrejas, e muito mais. Por isso abra seu coração e receba da parte de Deus uma palavra que irá mudar toda a sua vida, em nome de Jesus.

 

Como sempre faço e gosto muito disso, de trazer um pouco de conhecimento para muitos que se alimentam dessa palavra veremos quem foi este profeta, chamado Joel. A bíblia nos ensina que devemos ver qual é a fonte da qual estamos bebendo.

 

Um conselho meu a todos os amados irmãos. Após lerem esta mensagem, leiam também “A CONVERSÃO DE PEDRO”. Creio ser útil.

 

QUEM ERA O PROFETA JOEL?

O nome Joel significa literalmente, “Jeová é Deus”, Este é um nome muito comum na terra de Israel. Ele é especificado como sendo filho de Petuel, que significa “Visão de Deus”. Muito pouco se sabe sobre a vida do profeta Joel, mas é muito provável que tenha vivido em Judá e seu ministério de profecia ocorrido em Jerusalém.

 

Muitos estudiosos sustentam a opinião que o profeta Joel profetizou durante os primeiros trinta anos do reinado do rei Joás (835-796 a.C), Quando Joioada era conselheiro do rei, e assim colocando o ministério de Joel por volta de 835-805 a.C.

 

O profeta Joel profetizou em uma época de grande devastação da terra de Judá, pois uma enorme praga de uma espécie de gafanhoto havia devastado toda vegetação, destruindo as pastagens, deixando todos os rebanhos morrendo de fome. Tal praga tirou até as cascas das árvores de figo (vr. 7). Em apenas algumas poucas horas tudo o que era verdejante, havia se tornado em destruição e desolação. Tanto o povo como os animais estavam morrendo, pois a destruição trazida pelos insetos foi tão desastrosa que o profeta Joel viu apenas uma explicação, “Era o julgamento de Deus”.

 

Israel havia se afastado da presença de Deus, e agora o próprio Deus precisava chamá-los ao arrependimento e a restauração. Pois pela boca do profeta Moisés, o próprio Senhor já havia dito: “Todo o teu arvoredo e o fruto de tua terra consumirá a lagarta (Dt-28:38-46)”.

 

Então Joel chama toda Judá a chorar por causa do julgamento desencadeado. Hoje precisamos retornar a Deus todos os dias, pois se assim não fizermos, estaremos sujeitos ao ataques dos inimigos de nossas vidas: A LAGARTA, O GAFANHOTO, A LOCUSTA E O PULGÃO.

 


QUEM SÃO ESTES DEMÔNIOS?